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Ajuda à Fernandinha mobiliza Movimento Solidário e empregados da Caixa
Do dia 9 ao dia 24 de junho os empregados doaram seus pontos no Mundo Caixa para a campanha de ajuda à filha de empregada da Caixa acometida de doença grave

Mobilizados pelo Módulo de Pontos do Movimento Solidário no Mundo Caixa, os empregados da Caixa mais uma vez demonstraram sua solidariedade ao doarem o equivalente a R$ 39.840,13 em pontos Mundo Caixa para campanha “Salve a Fernandinha”, que está mobilizando a internet e visa arrecadar recursos para que a família de Fernanda Manzutti da Rocha, a Fernandinha, possa custear o tratamento para seu diagnóstico de Leucemia Linfóide Aguda (LLA) e que custa em torno de R$ 10 milhões. Fernandinha é filha da empregada da Caixa de Jundiaí (SP), Melissa Manzutti.

“Agradecemos aos empregados da Caixa que mais uma vez mostraram sua capacidade de mobilização e engajamento e atenderam ao nosso chamado, doando seus pontos que serão transferidos em dinheiro pelo Instituto Fenae Transforma para essa campanha em prol da vida”, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

Com 11 anos de idade atualmente, Fernandinha sempre foi uma menina saudável, cheia de vida e com uma vontade imensa de viver e interagir com as pessoas. Em dezembro de 2019, começou a sentir fortes dores nas pernas, e foi diagnosticada com Leucemia Linfóide Aguda (LLA), um câncer que atinge o sistema imunológico e a medula óssea. Segundo sua mãe, de lá para cá, todos os tratamentos disponíveis no Brasil, como quimioterapia, imunoterapia entre outros foram tentados, infelizmente, sem sucesso

Melissa explica que a última tentativa de salvar a vida de sua filha é um tratamento revolucionário de terapia genética conhecido como Car-t Cell, que realiza uma reengenharia das células de defesa para que estas eliminem especificamente as células cancerígenas, com ótimas possibilidades de cura. No entanto, este tratamento existe apenas em poucos países no exterior e não está disponível no Brasil.

“É dentro desse quadro de impotência, vendo nossa filha morrer aos poucos a cada dia e sem recursos para bancar o tratamento lá fora, que tivemos a ideia de uma mobilização em prol da vida com uma campanha séria que pudesse juntar pessoas solidárias em torno de uma vida que ainda está apenas começando”, salienta Melissa Manzutti.

O presidente do Instituto Fenae e diretor de Formação da Federação, Jair Pedro Ferreira, salientou que os empregados da Caixa ainda podem colaborar e divulgar “porque a solidariedade é que nos torna mais humanos”, afirmou ele.

Os custos do tratamento, somados aos gastos com hospedagem e internação chegam aos R$ 10 milhões.

Para colaborar ou conhecer mais sobre a campanha acesse  https://www.vakinha.com.br/vaquinha/salve-a-fernandinha.

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